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04.10.2026

Cuidemos uns dos outros

  • Pr. Leandro B. Peixoto
  • Série: Hebreus - A Superioridade de Cristo
  • Livro: Hebreus

Deus quer você perto, não importa se você chegou frio ou culpado. Na semana passada, quando estudamos os versículos 19 a 22, aprendemos que nos aproximamos dele pela certeza da fé.

Mas talvez você tenha saído daqui, se aproximado de Deus, e mesmo assim a semana tenha sido dura. E, no meio disso, uma pergunta teima em voltar: será que vale mesmo a pena continuar esperando em Deus? Será que ele ainda se importa com o que eu estou passando?

Ou talvez o seu problema não seja a esperança. Seja o isolamento. Você luta sozinho. Ninguém sabe o que você carrega, porque ninguém pergunta, e você não conta. Você vem à igreja, senta, sai, e ninguém percebeu que você estava se afogando.

E aqui vale uma pergunta incômoda: quantas vezes você também não perguntou? Quem nunca foi procurado, geralmente também nunca procurou. A pessoa que se sente invisível na igreja é, muitas vezes, a mesma que passa direto pelo irmão ao lado, sem parar, sem perguntar como ele está de verdade. Não é acusação, é constatação: a solidão não cai do céu. Ela se constrói, quando cada um espera ser notado sem notar ninguém. E assim a gente vai criando, sem querer, uma cultura na igreja em que ninguém cuida de ninguém.

São duas dores diferentes, e uma delas nós mesmos ajudamos a manter: a esperança que cansa, e a solidão de quem enfrenta tudo sozinho, numa igreja onde ninguém aborda ninguém. O texto de hoje responde às duas, e as duas com a mesma raiz de solução. Vamos ler:

Hebreus 10.23-25 (NAA)
23Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel. 24Cuidemos também de nos animar uns aos outros no amor e na prática de boas obras. 25Não deixemos de nos congregar, como é costume de alguns. Pelo contrário, façamos admoestações, ainda mais agora que vocês veem que o Dia se aproxima.

Uma corda de três dobras

Repare numa coisa, nos versículos 19, 21 e 22 — leia: “19Portanto, meus irmãos, tendo ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus, […] 21e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, 22aproximemo-nos [de Deus]…”.

O autor fala de duas bênçãos: (1.) ousadia pra entrar no Santuário (v. 19) — a mesma confiança que, no versículo 22, aparece como “plena certeza de fé” — e (2.) um grande sacerdote sobre a casa de Deus (v. 21). E não diz que elas estão disponíveis, como quem diz que uma vaga está disponível. Ele diz “tendo”, no sentido de posse: nós já temos essas duas coisas, a confiança e o grande sacerdote.

E aqui, nos versículos 23 a 25, o autor prossegue no mesmo tom. São três convites, na primeira pessoa do plural: além do convite do versículo 22, “aproximemo-nos”, há o do 23, “guardemos firme”, e há o do 24, “cuidemos”. Então nós temos: fé pra nos aproximarmos de Deus (v. 22), esperança pra perseverarmos nele (v. 23), e amor pra cuidarmos uns dos outros na comunhão do povo de Deus (v. 24).

Já vimos o primeiro, na semana passada: a fé que nos aproxima de Deus. Hoje ficamos com os outros dois: a esperança e o amor.

Um detalhe do contexto ajuda a ouvir bem o texto.

Hebreus é carta escrita a uma igreja cansada, tentada a recuar. E o autor, mesmo sabendo que vai precisar advertir essa igreja logo depois (vv. 26-31), chama esses cristãos de “irmãos” (v. 19).

Ele fala assim também em outros lugares da carta: em 3.1, em 3.12 e em 6.9. E a lição é esta: quem professa a fé em Cristo precisa ser exortado, mas não deve ser tratado com aspereza, seja qual for a sua condição. Isso diz muito sobre o espírito com que devemos ouvir o texto de hoje: ele exige de nós, ele nos exorta com firmeza, mas não nos maltrata.

Vejam de novo os versículos 23 a 25. São três coisas que o autor pede: guardar firme a esperança (v. 23), cuidar uns dos outros (v. 24), e não deixar de nos congregar (v. 25).

Não são três mandamentos soltos. São uma corda de três dobras. A fé (v. 22) e a esperança (v. 23) sustentam o amor (v. 24), e o amor se pratica quando nos congregamos (v. 25).

A ideia central de hoje é esta: porque Deus é fiel às suas promessas, guardemos firme a esperança — e é essa esperança que nos ajuda a cuidar uns dos outros em amor, sem deixar de nos congregar.

Veremos em três passos.

Primeiro: guardemos firme a esperança, porque quem prometeu é fiel (v. 23). Segundo: cuidemos uns dos outros, buscando como estimular ao amor e às boas obras (v. 24). Terceiro: não deixemos de nos congregar, porque é assim que isso se vive na prática (v. 25).

(Use a liturgia impressa do culto como ferramenta para este fim, nos pequenos grupos, nos cultos domésticos e no discipulado pessoal).

Deus cumpre o que promete

Leia o versículo 23: “Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel.”

Enxerguem a estrutura: primeiro vem a ordem, “guardemos firme”; depois vem a razão, “pois quem fez a promessa é fiel”. A ordem não pende sobre o vazio. Ela se apoia no caráter de Deus.

E note bem o que o texto pede: não é “guardemos firme a esperança”, como quem guarda um sentimento por dentro. É “guardemos firme a confissão da esperança” — isto é: o que já foi declarado, em voz alta, diante da igreja, na profissão de fé, pelo batismo.

“Confissão” é a mesma palavra usada em Hebreus 3.1 e 4.14, onde Jesus é chamado de “Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão”: é aquilo que a igreja assume junto, em público, sobre quem é Cristo e o que ele prometeu.

A esperança aqui não é otimismo, nem “vai dar tudo certo”. É segurar com firmeza algo que você já declarou, com fundamento no caráter de Deus, mesmo quando o coração quer soltar.

Guardar sem vacilar exige alguma coisa: um motivo tão sólido quanto o desejo de largar. E o motivo que o texto dá não é um mero desejo forte seu, confundido com fé. É “porque quem fez a promessa é fiel”. A firmeza não está na circunstância, nem em você. Está em quem prometeu.

Que promessas são essas?

Hebreus está cheio delas, e você pode conferir cada uma. Volte ao versículo 16: Deus promete escrever a lei no nosso coração. Vá ao versículo 17: Deus promete que não vai se lembrar mais dos nossos pecados. Volte ao versículo 14: uma única oferta nos aperfeiçoou para sempre — e está nos santificando. Vá ao 13.21: o SENHOR promete operar em nós o que lhe é agradável. Volte ao 13.5: “Nunca o deixarei, nunca jamais o abandonarei.” Volte ainda ao 12.10: ele promete tirar algo bom até da nossa dor, disciplinando a gente pra participarmos da sua santidade. E assim ele cumpre a sua palavra.

Essa, portanto, é a fidelidade de Deus: não um sentimento a nosso respeito, mas promessa depois de promessa, cumprida.

Nenhuma dessas promessas diz que a conta vai ser paga esta semana, que a doença vai passar amanhã, que o filho vai voltar no prazo que você gostaria. E é por isso que guardar a esperança exige força: o que foi prometido é maior do que a solução do seu problema imediato, e às vezes demora mais do que a sua paciência.

Mas repare no fundamento: “quem fez a promessa é fiel” (Hb 10.23). Não é a promessa que é forte por si mesma. É quem a fez. Deus já cumpriu a maior promessa possível, a que sustenta todas as outras: enviou o seu Filho, que morreu, ressuscitou, e agora vive como grande sacerdote sobre a igreja (vv. 20-21). Ora, se Deus cumpriu essa, por que duvidar das outras?

Volte à pergunta da abertura: será que vale a pena continuar esperando nele? O texto não responde apontando para a sua circunstância. Responde apontando para o caráter de Deus.

Deus prometeu, e ele é fiel. Essa é a única base que aguenta o peso de uma espera longa e demorada.

Cuide do seu irmão

Vimos que a esperança se sustenta porque Deus é fiel (v. 23) — ele é fiel para completar a boa obra de salvação em nós (Fl 1.6).

Mas essa esperança não foi feita para ficar guardada só dentro de você. Olhe o que vem logo depois, em Hebreus 10.24: “Cuidemos também de nos animar uns aos outros no amor e na prática de boas obras.” O “também” já avisa: não é um assunto novo, é a mesma corda, outra dobra. A fé que nos leva à Deus, no versículo 22, e a esperança que guardamos firme, no versículo 23, vira, no versículo 24, cuidado amoroso pelo irmão (em Tiago o nome é obras, caridade).

Passe o dedo agora em Hebreus 24.

Repare que a NAA traduz “cuidemos”, mas a palavra grega ali é a mesma de Hebreus 3.1, onde se diz: “considerem atentamente… Jesus”. No original, portanto, o mandamento de Hebreus 10.24 é “consideremos atentamente uns aos outros”. O verbo é o mesmo; só muda o objeto. Em 3.1, olhamos fixamente para Jesus. Aqui, olhamos fixamente para o irmão.

E vejam bem o que o texto pede. Ele não diz “cuidemos de amar e fazer boas obras”, o que já seria bom. Ele diz “cuidemos de nos animar uns aos outros no amor e na prática de boas obras” (v. 24). A diferença é sutil, mas decisiva: o alvo não é só você amar e fazer o bem. É você pensar em como estimular o outro a amar e fazer o bem também. Você é chamado a se preocupar com o crescimento espiritual de alguém que não é você.

Isso amplia a pergunta que você faz quando acorda. Não é só “o que vou fazer hoje?”. É também “quem vou considerar hoje?” Quem, na sua vida, precisa ser estimulado a amar mais e a fazer mais o bem? E o que você poderia dizer, fazer, perguntar — hoje —, que ajudasse essa pessoa a dar um passo?

Vale notar a força da palavra usada aqui. O verbo “animar”, no grego, é a mesma raiz de um substantivo que aparece em Atos 15.39, para descrever a desavença (lit., irritação) entre Paulo e Barnabé, e o verbo aparecido em Atos 17.16, quando Paulo se irrita diante dos ídolos em Atenas. É uma palavra forte (irritar), quase de atrito.

O autor de Hebreus, portanto, não está pedindo um empurrãozinho gentil de vez em quando. Está pedindo que estimulemos (irritemos) uns aos outros, com intenção mesmo, ao amor e às boas obras.

Mas estimular sem sabedoria vira dano.

Nem todo cristão precisa da mesma coisa. Alguns precisam de uma palavra de exortação. Outros, de um abraço, sem uma só palavra. Jó, no Antigo Testamento, teve amigos que se sentaram com ele em silêncio por sete dias (Jó 2.13) — isso foi bom. Só que depois abriram a boca para explicar o sofrimento dele com respostas prontas, e erraram feio. As pessoas precisam ser ajudadas, não massacradas, e ajudadas do jeito certo, não do jeito que é mais fácil para quem ajuda.

Agora observe como pontos se conectam de vez: sem a fé que nos aproxima de Deus, no versículo 22, e sem a esperança do versículo 23, animar o irmão vira fardo, porque você estaria tentando dar ao outro algo que você mesmo não tem certeza de possuir. Mas com essa fé e essa esperança, você tem de onde tirar: “Deus é fiel comigo, e por isso posso apontar você para ele também.”

Volte à pergunta da abertura: quantas vezes você não foi procurado, porque também nunca procurou? O texto não deixa essa pergunta sem resposta. Ele diz: cuide do seu irmão. Considere-o. Pense nele. Planeje ajudá-lo. E deixe que isso mude o que você faz hoje.

Não ande sozinho

Vimos que cuidar do irmão significa considerá-lo, pensar nele, estimulá-lo ao amor e às boas obras. Mas isso levanta uma pergunta prática: onde, exatamente, isso acontece?

Você não considera alguém que nunca vê. Não anima quem está distante. O terceiro convite do texto responde a nossa pergunta, e por isso ele vem logo depois do segundo convite, não antes.

Leia o versículo 25: “Não deixemos de nos congregar [grego: episunagoge; uma reunião em um lugar; uma assembleia — não deixemos de nos reunir em um lugar; não deixemos de nos reunir em assembleia], como é costume de alguns. Pelo contrário, façamos admoestações, ainda mais agora que vocês veem que o Dia se aproxima.”

Portanto, aproximar-se de Deus com fé (v. 22), guardar a esperança (v. 23) e amor ou cuidado com o irmão (v. 24) precisam de um lugar para acontecer. Esse lugar é a reunião da igreja — e o que se transborda daqui.

Repare no que isso revela: a fé cristã não é só uma linha reta, vertical, entre você e Deus. É também uma linha horizontal, entre você e o seu irmão. Em Cristo, fomos reconciliados com Deus — e uns com os outros. É o sinal da cruz: vertical, eu e Deus; e horizontal, eu e os meus irmãos.

Mas repare também no “como é costume de alguns”.

Isso mostra que já havia gente naquela igreja deixando de se reunir. Não foi um caso isolado; virou hábito. E o autor não trata isso como detalhe administrativo.

Ele liga isso direto aos três convites anteriores. A fé que nos aproxima de Deus (v. 22). A confissão da esperança que não nos deixa vacilar (v. 23). O amor pelos irmãos (v. 24).

Quem some da reunião perde o lugar onde a fé e a esperança são reafirmadas em voz alta, uns aos outros. E perde também onde alguém pode olhar pra você e “considerar” o que você precisa — e onde você pode também considerar alguém.

Por que congregar importa tanto?

Volte ao que vimos na semana passada: nos versículos 19 a 21, temos acesso ao Santuário pelo sangue de Jesus, e um grande sacerdote sobre a casa de Deus. No Antigo Testamento, depois que o sacrifício pelo pecado era feito (Lv 4.1-35; 16.1-19, o Dia da Expiação), vinha outra oferta, chamada oferta de paz (Lv 3.1-17; 7.11-34). Ali, o sangue já tinha sido aspergido no altar, e o que sobrava do animal era comido numa refeição, com Deus como anfitrião.

Hebreus 10 não descreve essa refeição aqui, mas o padrão ajuda a entender por que o texto segue essa ordem: primeiro o acesso pelo sangue (vv. 19-21), depois a aproximação (v. 22), depois a vida em comunhão (vv. 23-25). A reunião da igreja é o lugar dessa mesa. Ninguém, no Antigo Testamento, comia essa refeição sozinho. Era sempre compartilhada.

E é por isso que “congregar-se” aqui em Hebreus 10.25 não é só o culto de domingo, embora o culto seja o centro. É todo encontro para adoração e comunhão: o culto público, mas também o pequeno grupo, a conversa entre irmãos, o discipulado de alguém mais experiente caminhando com alguém mais novo na fé. Tudo isso deveria acontecer como se fosse ao pé da cruz e diante do trono de Deus, como se o próprio Senhor estivesse fisicamente presente.

O culto é o coração dessa vida em comum; os grupos, as amizades de discipulado e os encontros para aconselhamento bíblico são jarras que levam esse sangue pros cantos que o culto sozinho não alcança. (E uma ferramenta, eu insisto, é a nossa liturgia impressa para você usar em pequenos grupos etc.)

Mas reparem também no tom do “façamos admoestações”.

Não é dureza gratuita. É a mesma ideia de “encorajar”, “exortar”, usada em Hebreus para descrever a própria carta (13.22, “palavra de exortação”). E note: mesmo tendo que advertir essa igreja duramente daqui a pouco (vv. 26-31), o autor a chama de “irmãos” (v. 19), o mesmo título usado em 3.1 e 6.9. Quem exorta aqui não maltrata; chama pra perto.

E há um motivo final, que dá urgência a tudo isso: “ainda mais agora que vocês veem que o Dia se aproxima.”

Esse “Dia” é a volta de Cristo, já mencionada em 9.28 e retomada em 10.37. Não é só um evento distante: é o Dia que vai selar pra sempre o destino de cada um, dentro e fora da igreja. Por isso a urgência não diminui com o tempo. Aumenta.

Faltar às assembleias da igreja — faltar aos seus cultos públicos — sem necessidade não é neutro. É privar a si mesmo de ser ajudado e de ajudar o outro. E, o que é mais grave, é começar a deslizar na direção do perigo. Ninguém se afasta da fé de uma vez. Vai, aos poucos, deixando de aparecer.

Até que ele venha

Lembre das duas pessoas do começo: a que guardava a esperança, mas estava cansada de esperar, e a que carregava tudo sozinha, porque nunca foi procurada e nunca procurou ninguém. O texto de hoje respondeu às duas com a mesma corda de três dobras: guardemos firme a esperança, porque Deus é fiel. Cuidemos do irmão, considerando o que ele precisa. Não deixemos de nos congregar, porque é aqui que a esperança se declara em voz alta e o cuidado ganha nome e rosto — e daqui se espalha, escorre para os cantos.

Hebreus dá um exemplo concreto disso, mais adiante, aqui mesmo no capítulo 10.

Nos versículos 32 a 34, que, Deus permitindo, estudaremos daqui a duas semanas, o autor lembra aos leitores um tempo em que, logo depois de conhecerem a Cristo, enfrentaram sofrimento pesado: foram expostos ao ridículo, perderam bens, e alguns foram presos. E o que a igreja fez? Visitou os que estavam na prisão, mesmo sabendo do risco que corria ao ser vista com eles.

De onde veio a coragem pra isso? O próprio texto responde: “porque sabiam que tinham um patrimônio superior e durável” (v. 34). A esperança do versículo 23 foi o que sustentou o amor do versículo 24, praticado bem diante dos olhos de todos, numa reunião de risco.

A esperança de Hebreus 10.23 não é esperança de qualquer coisa: é esperança na volta de Cristo, o mesmo “Dia” do versículo 25. Guardamos firme, cuidamos do irmão e nos reunimos até que ele venha — e é essa vinda que dá sentido a tudo que fazemos enquanto esperamos.

Se você nunca se aproximou de Cristo, hoje é dia de fazer isso: reconhecer que precisa dele (para o perdão do seu pecado), e confiar nele (para a salvação e a santificação da sua vida).

E se você já é de Jesus, mas tem vivido essa fé sozinho, sem irmãos, sem congregação, sem alguém que cuide de você e de quem você cuide — hoje é dia de voltar. Não para uma religião de prateleira, não para um cristianismo individualista, não para uma fé de consumo, mas para uma família que guarda esperança junta, cuida uns dos outros de perto, e se reúne até que ele volte.

Não saia sozinho como entrou. Procure alguém. Deixe-se ser procurado. Guarde firme o que Deus prometeu, e leve isso para alguém que também precisa guardar.

Para orar em silêncio

  1. Peça a Deus que fortaleça a sua esperança: “Senhor, eu creio que tu és fiel, mesmo sem a resposta. Me ajuda a guardar firme — enquanto o Senhor completa em mim a boa obra de salvação.”
  2. Peça perdão pela negligência com o irmão, e peça coragem pra procurar alguém esta semana.
  3. Ore por quem se afastou da igreja — por nome, se vier à mente — pedindo que Deus traga essa pessoa de volta.
  4. Se você ainda não conhece a Cristo, este é o momento: confesse o seu pecado, e abrace a Cristo pela fé.

S.D.G. L.B.Peixoto.

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