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10.05.2026

Coisas melhores os esperam

  • Pr. Leandro B. Peixoto
  • Série: Hebreus - A Superioridade de Cristo
  • Livro: Hebreus

Hebreus 6.9-12 (NAA)
9Quanto a vocês, meus amados, ainda que falemos desta maneira, estamos certos de que coisas melhores os esperam, coisas relacionadas com a salvação. 10Porque Deus não é injusto para se esquecer do trabalho que vocês fizeram e do amor que mostraram para com o seu nome, pois vocês serviram e ainda estão servindo aos santos. 11Desejamos que cada um de vocês continue mostrando, até o fim, o mesmo empenho para a plena certeza da esperança, 12para que não se tornem preguiçosos, mas imitadores daqueles que, pela fé e pela paciência, herdam as promessas.

A certeza da salvação

O que faz você acreditar que não abandonará a fé? Em que está fundamentada a certeza da sua salvação?

E, uma vez que hoje comemoramos o Dia das Mães, deixe-me ampliar a pergunta: se seu filho procurar você para perguntar em que deve fundamentar a certeza da salvação dele, para qual direção você o apontará nas Escrituras?

Essas perguntas nos conduzem diretamente a um ponto central do nosso texto, em Hebreus 6.9: o motivo pelo qual o autor está tão confiante quanto à salvação de seus destinatários. Observe:

Quanto a vocês, meus amados, ainda que falemos desta maneira, ESTAMOS CERTOS de que coisas melhores os esperam, coisas relacionadas com a salvação.

Por que ele acredita que seus leitores não abandonarão a fé nem darão provas de que jamais foram salvos?

Essa pergunta é totalmente pertinente, uma vez que, como já estudamos em outra mensagem, nos versículos anteriores, — em Hebreus 6.4-8 — o autor acabou de dizer que é possível receber grandes bênçãos — chuva de bênçãos — e passar por experiências religiosas profundas sem nunca ter sido, de fato, salvo.

Acompanhe:

4É impossível, pois, que aqueles que uma vez foram iluminados, provaram o dom celestial, se tornaram participantes do Espírito Santo, 5provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro 6e caíram, […] 7Porque a terra que absorve a chuva que frequentemente cai sobre ela e produz plantas úteis para aqueles que a cultivam recebe bênção da parte de Deus; 8mas, se produz espinhos e ervas daninhas, é rejeitada e está perto da maldição; e o seu fim é ser queimada.

É uma advertência severa; e, como vimos na semana passada, ele a faz por amor — declarando na sequência, em Hebreus 6.9:

Quanto a vocês, meus amados, ainda que falemos desta maneira, estamos certos de que coisas melhores os esperam, coisas relacionadas com a salvação.

Ou seja, esse autor não acredita que seus leitores irão realmente apostatar e perecer eternamente. Ele tem esperança. Ele escreve: “estamos certos de que coisas melhores os esperam, coisas relacionadas com a salvação.”

Ele crê que seus destinatários ouvirão o alerta e não se ressentirão, dizendo: “Você não tem o direito de falar assim com a gente! Nós somos crentes de verdade, nascidos de novo.”

Em vez disso, eles dirão: “Sabemos o quanto somos frágeis. Obrigado por nos manter alertas contra os perigos do pecado e por nos lembrar de lutar o bom combate da fé todos os dias!”

O autor de Hebreus acredita que as advertências não os afastarão por ressentimento. Pelo contrário: elas aprofundarão neles a vigilância e a busca sincera pela certeza da salvação.

E, mais uma vez, é exatamente isso que ele afirma no versículo 9: “estamos certos de que coisas melhores os esperam, coisas relacionadas com a salvação [ou: coisas pertencentes à salvação].”

Coisas pertencentes à salvação

Mas de onde vem essa confiança? Digo mais: o que poderia aumentar, hoje, a nossa convicção de que não vamos desistir, mas prosseguir nas coisas melhores que acompanham a salvação? E de que modo mães e pais poderão apresentar a obra da salvação aos seus filhos e ajudá-los a buscar essa certeza nas Escrituras?

A resposta está em Hebreus 6.9-10.

O que nos garante que vamos prosseguir nas coisas melhores que pertencem à salvação é a justiça de Deus.

Irmãos, isso é extraordinário.

Prestem atenção: o versículo 10 fala da JUSTIÇA DE DEUS, não da sua misericórdia. E, se falasse da misericórdia, estaria correto, pois toda a nossa salvação depende da misericórdia de Deus.

Mas aqui o autor destaca a justiça. Existe algo na justiça de Deus — na retidão de Deus — que dá ao autor desta carta a segurança de que aqueles irmãos perseverarão para a salvação com fé e paciência, como ele dirá no versículo 12.

Hebreus diz, no versículo 9: “estamos certos de que coisas melhores os esperam”. E explica a razão para a sua certeza, no versículo 10: “Porque Deus não é injusto”.

Antes, porém, de examinarmos como a justiça de Deus oferece confiança para a salvação dos crentes, precisamos identificar quais são essas “coisas relacionadas com a salvação”; ou seja, quais são as coisas que pertencem à salvação dos crentes.

Romanos 5 e 6

Na verdade, são muitas as coisas que acompanham a salvação. Romanos 5 e 6, por exemplo, nos ajudam a enxergar algumas delas.

Em Romanos 5, Paulo mostra que aqueles que foram justificados pela fé têm: paz com Deus, acesso à graça, firme esperança da glória, amor de Deus derramado no coração pelo Espírito Santo, reconciliação com Deus e alegria em Deus.

Em Romanos 6, Paulo acrescenta outro conjunto de evidências: o salvo foi unido a Cristo em sua morte e ressurreição; morreu para o domínio do pecado; anda em novidade de vida; não deve mais permitir que o pecado reine em seu corpo mortal; e agora se apresenta a Deus como alguém vivo dentre os mortos.

Hebreus 6.9

Mas, em Hebreus 6.9, quando lemos de “coisas melhores [que] os esperam, coisas relacionadas com a salvação”, o autor parece estar falando, de modo específico, daquilo que contrasta com o que acompanha a incredulidade descrita em Hebreus 5.11–6.5.

As coisas melhores que acompanham a salvação são a maturidade espiritual, o alimento sólido da palavra de Deus, a sabedoria e a vida plena; ou seja: não é a infância espiritual, mas a maturidade (5.11-14); não é o leite, mas o alimento sólido (5.12-14); não é a inexperiência na palavra da justiça, mas o discernimento treinado para distinguir entre o bem e o mal (5.13-14); não é apenas o arrependimento de obras mortas, mas o arrependimento para com Deus que conduz à vida (Hb 6.1; At 11.18; 20.21).

Essas coisas melhores não apontam para uma religião meramente cerimonial, externa e superficial, mas para regeneração interna, transformação e vida nova (Hb 6.4-6; 8.10-12; 10.16-17). Sua importância não vem de sacrifícios repetidos, mas do único sacrifício perfeito e completo de Jesus Cristo (Hb 7.27; 9.12; 10.10-14).

As coisas melhores pertencentes à salvação não se concentram apenas nos rudimentos da ressurreição e do juízo, mas na esperança bendita do crente (Hb 6.1-2; 6.11-12; 6.18-20); não apenas em ter sido iluminado, mas em ter sido feito novo (Hb 6.4; 10.32; 2Co 5.17); não apenas em provar algo da salvação, mas em alimentar-se dela (Hb 6.4-5; Jo 6.53-58); não apenas em participar externamente das operações do Espírito Santo, mas em tê-lo habitando no coração (Hb 6.4; Rm 8.9-16); não apenas em experimentar algo da boa palavra de Deus, mas em recebê-la como alimento para a vida (Hb 6.5; 1Pe 2.2-3); não apenas em ver os atos poderosos de Deus, mas em ser, pela graça, uma evidência viva do poder de Deus (Hb 6.5; Ef 2.4-10).

Estas, ao que tudo indica, são as coisas melhores que acompanham a salvação, segundo o autor de Hebreus: maturidade espiritual (Hb 5.14), alimento sólido (Hb 5.12-14), discernimento treinado nas Escrituras (Hb 5.14), arrependimento vivo (Hb 6.1; At 11.18), esperança bendita (Hb 6.11-20), renovação interior (Hb 8.10-12; 10.16-17), comunhão real com Cristo (Hb 3.14), habitação do Espírito (Rm 8.9-16), vida sustentada pela Palavra (Hb 4.12; 6.5) e transformação operada por Deus (Hb 13.20-21).

Portanto, se seu filho perguntar: “Mãe, em que devo fundamentar a certeza da minha salvação?”, você não deve apontá-lo para uma experiência religiosa isolada, nem apenas para uma decisão tomada no passado, nem para o fato de ele ter crescido dentro da igreja. Aponte-o para Cristo e para as coisas que acompanham a salvação: fé verdadeira (Hb 6.12), paz com Deus (Rm 5.1), permanência na graça (Rm 5.2), esperança da glória (Rm 5.2), amor de Deus derramado no coração (Rm 5.5), reconciliação com Deus (Rm 5.10-11), alegria nele (Rm 5.11), união com Cristo (Rm 6.3-5), morte para o pecado (Rm 6.6-11), nova vida (Rm 6.4), maturidade espiritual (Hb 5.14), arrependimento vivo (Hb 6.1; At 11.18), discernimento bíblico (Hb 5.14), perseverança na Palavra (Hb 4.12; 6.11-12) e transformação interior (Hb 13.20-21).

A certeza da salvação não nasce de presunção religiosa. Ela nasce da obra de Cristo recebida pela fé e confirmada pelos frutos perseverantes que a graça produz (Hb 6.9-12; Ef 2.8-10).

E, em Hebreus 6.10, tudo isso aparece resumido em uma vida marcada por trabalho perseverante, amor demonstrado para com o nome de Cristo e serviço contínuo aos santos:

Porque Deus não é injusto para se esquecer do trabalho que vocês fizeram e do amor que mostraram para com o seu nome, pois vocês serviram e ainda estão servindo aos santos.

Em outras palavras, o autor olha para aqueles irmãos e vê evidências concretas da graça de Deus. Ele vê fé atuando em amor (Gl 5.6). Ele vê serviço perseverante (Hb 6.10-12). Ele vê amor pelo nome de Cristo manifestado no cuidado com os santos (Hb 6.10; 1Jo 3.14-18).

Por isso, embora tenha acabado de adverti-los severamente, ele agora lhes diz: “estamos certos de que coisas melhores os esperam, coisas relacionadas com a salvação” (Hb 6.9).

A justiça de Deus não esquecerá aquilo que a graça de Deus produziu neles (Hb 6.10).

Justiça pelas obras ou pela fé?

O autor deixou muito claro de onde vinha a sua certeza de que “coisas melhores” esperavam aqueles irmãos — coisas relacionadas à salvação, coisas que pertencem à salvação. Essa certeza não se baseava em impressão pessoal, otimismo pastoral ou mera simpatia por eles. Ela se apoiava em evidências visíveis da graça de Deus na vida da igreja.

O fruto da fé, da esperança e do amor era notório entre eles. E esse fruto aparecia de modo concreto: no amor perseverante ao nome de Cristo e no serviço contínuo aos santos.

Em outras palavras, ao observar a vida daqueles irmãos, esse pastor via marcas reais de salvação. Ele via uma fé que trabalhava, um amor que servia e uma esperança que perseverava de fé em fé (6.11-12). Por isso, a julgar pelos frutos, ele não tinha dúvida de que aqueles irmãos — ao menos a maioria deles — eram crentes genuínos. Pelos frutos, ele os conhecia.

Não é salvação por obras!

Mas, ao ler Hebreus 6.10, alguém poderia cair em uma armadilha teológica perigosa: imaginar que o texto ensina salvação por obras.

Afinal, o versículo diz: “Porque Deus não é injusto para se esquecer do trabalho que vocês fizeram”.

Lido de modo isolado, alguém poderia concluir que nossas obras têm mérito diante de Deus e que, por isso, garantem a nossa salvação.

Mas essa leitura contraria o ensino claro das Escrituras.

Paulo afirma em Efésios 2.8-9: “Porque pela graça vocês são salvos, mediante a fé; e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.”

E o próprio contexto de Hebreus confirma isso. Logo depois do versículo 10, o autor deixa claro que a herança das promessas não vem pelas obras, mas pela fé perseverante:

11Desejamos que cada um de vocês continue mostrando, até o fim, o mesmo empenho para a plena certeza da esperança, 12para que não se tornem preguiçosos, mas imitadores daqueles que, pela fé e pela paciência, herdam as promessas.

Portanto, o trabalho pelos santos e o amor demonstrado ao nome de Cristo (v. 10) não são a base meritória da salvação. Eles são evidências de uma fé viva. A salvação é herdada “pela fé e pela paciência”; as obras aparecem como fruto dessa fé perseverante.

A causa da nossa salvação

MAS A PERGUNTA PERMANECE: como a justiça de Deus, em Hebreus 6.10, garante a perseverança dos crentes sem transformar nosso trabalho pelos santos e nosso amor pelo nome de Cristo em mérito para a salvação?

Calvino nos ajuda aqui: Hebreus 6.10 trata da causa da nossa salvação — a justiça de Deus —, não do mérito das nossas obras. Afinal, em toda a Escritura, a única fonte da salvação é a graciosa misericórdia de Deus — obtida somente pela fé.

Portanto, o texto não está dizendo que Deus olha para as nossas obras e conclui: “Agora sim! Você fez por merecer; seria injusto não lhe dar a salvação.” Essa leitura destruiria a salvação pela graça mediante a fé. Transformaria a vida cristã em um esforço para conquistar, no fim, aquilo que recebemos gratuitamente no começo.

Já examinamos Efésios 2.8-9 e Hebreus Hebreus 6.11-12. A salvação é pela fé. Não por mérito. Não por salário. Não por justiça própria. Pela fé, pela esperança e pela perseverança paciente — as quais produzirão frutos de amor, ou seja: as “boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.10).

A batalha da vida cristã

A grande batalha da vida cristã não é produzir méritos para que Deus nos pague com a salvação. A batalha é continuar confiando em Deus e produzindo frutos (que comprovam a salvação), até que ele nos entregue, livre e graciosamente, a herança prometida.

Portanto, o autor de Hebreus não está dizendo: “Trabalhem duro para ganhar a vida eterna.” Ele está dizendo: “Perseverem na fé. Continuem esperando em Deus. Amem o nome de Cristo. Sirvam os santos. Não abandonem a confiança naquele que prometeu.” Para parafrasearmos Paulo, em Filipenses 3.12: “Prossigam para conquistar aquilo para o que também foram conquistados por meio de Cristo Jesus”.

Esta é a plena certeza da esperança: confiar no Deus que, por meio de um único sacrifício, “aperfeiçoou para sempre os que estão sendo santificados” (Hb 10.14).

Somos salvos somente pela graça, somente pela fé, somente em Cristo.

E a justiça de Deus?

Agora, se a salvação não é por mérito,

Como a justiça de Deus nos oferece garantia?

A justiça de Deus não consiste em apenas dar a cada um o que merece. Antes, É O COMPROMISSO ABSOLUTO DE DEUS COM A GLÓRIA E A HONRA DO SEU PRÓPRIO NOME. Deus seria injusto se agisse de modo contrário à sua honra e glória.

Por isso, em Hebreus 6.10, o ponto central é este: o trabalho dos crentes foi realizado por amor ao nome de Deus e em serviço aos santos. Deus não está olhando para méritos humanos que exigem recompensa; está vendo evidências de uma fé que valoriza sua glória, ama o seu nome e serve o seu povo. E essa própria fé é dom de Deus.

Aqui está o reforço: essa fé, essa esperança, esse amor e esse serviço aos santos não nascem da nossa própria força. São obras da graça de Deus em nós. Hebreus 13.21 afirma que Deus opera em nós “o que é agradável diante dele”. E Pedro diz que, se alguém serve, deve servir “na força que Deus dá” (1Pe 4.11).

Portanto, quando Deus preserva nos seus a fé, a esperança e o amor, ele está preservando aquilo que ele mesmo produziu. E, quando não se esquece do trabalho e do amor mencionados em Hebreus 6.10, ele não está recompensando mérito humano; está reconhecendo os frutos da sua própria graça.

Repetindo:

A justiça de Deus não consiste em apenas dar a cada um o que merece. Antes, É O COMPROMISSO ABSOLUTO DE DEUS COM A GLÓRIA E A HONRA DO SEU PRÓPRIO NOME. Deus seria injusto se agisse de modo contrário à sua honra e glória.

É exatamente por isso que nós podemos afirmar, baseados não apenas na misericórdia, mas também na justiça de Deus: “Estou certo de que aquele que começou boa obra em vocês há de completá-la até o Dia de Cristo Jesus.” — como diz Filipenses 1.6.

O desejo de um bom pastor

Irmãos, o resumo de Hebreus 6.9-12 é que o seu autor, inspirado por Deus e agindo como um verdadeiro pastor de ovelhas, deseja que tenhamos “a plena certeza da esperança” (v. 11).

Ele quer uma igreja forte, confiante, segura e pronta para entregar a própria vida no serviço cristão e para a glória do nome de Jesus. E aqui voltamos ao ponto da semana passada: esse autor não quer ninguém vivendo acuado pelo medo — nem pelo medo do futuro, nem pelo medo de ofender os outros por dizer a verdade. Ele não quer ninguém vivendo de modo egoísta, voltado apenas para si mesmo ou para os seus mais chegados, blindado por uma sensibilidade que não aceita correção, exortação ou cuidado pastoral.

Ele também não aceita que vivamos indiferentes em relação aos outros. A indiferença é o oposto do amor bíblico. Por isso, ele deseja um povo operoso em boas obras; um povo que ama o nome de Cristo e serve os santos; um povo que tem coragem de praticar aquela avaliação mútua que vimos no último sermão: olhar nos olhos do irmão, fazer as perguntas difíceis e exortar com firmeza, justamente porque se recusa a assistir calado à falsa segurança de alguém que caminha para o buraco, ou, ainda pior, para a perdição.

E isso se aplica também às mães — e aos pais

O amor materno cristão não se limita a proteger, alimentar, vestir, educar e acompanhar os filhos nas necessidades desta vida. Tudo isso é precioso. Mas uma mãe cristã sabe que a maior necessidade de seu filho é Cristo. Por isso, ela não se contenta em ver o filho apenas bem ajustado, bem-sucedido, educado de forma moral e cívica, saudável ou socialmente respeitado. A mãe deseja ver os filhos salvos, unidos a Cristo, perseverando na fé, crescendo em santidade, servindo aos santos e amando o nome do Senhor.

Assim, quando um filho perguntar: “Mãe, em que devo fundamentar a certeza da minha salvação?”, a resposta jamais será: “Porque você cresceu na igreja”, nem “porque você fez uma decisão no passado”, nem “porque você é uma boa pessoa”.

A resposta será:

“Olhe para Cristo. Confie na obra dele. Examine os frutos da graça em sua vida. Veja se há fé verdadeira, arrependimento vivo, amor pelo nome de Deus, serviço aos santos, perseverança, nova vida e luta contra o pecado. E, acima de tudo, descanse no Deus que começou boa obra e há de completá-la até o Dia de Cristo Jesus.”

O chamado para todos

O chamado para nós, hoje, é depositar nossa esperança na misericórdia e na justiça de Deus. Na sua misericórdia de Deus, que alcança quem é totalmente indigno, concedendo fé, perdão e salvação. E na sua justiça de Deus, que sustenta a honra do seu próprio nome — nome engrandecido na fé que ele mesmo concede, no amor que ele mesmo produz, no serviço que ele mesmo fortalece, no cuidado corajoso de uns para com os outros e na perseverança do seu povo.

Portanto, não vivamos de presunção, como se nossas obras comprassem a salvação. Também não vivamos de medo, como se a fidelidade de Deus fosse frágil.

Vivamos pela fé, pela esperança e pelo amor. Sirvamos os santos. Amemos o nome de Cristo. Exortemos uns aos outros. Ensinemos nossos filhos a olhar para Cristo. E prossigamos com plena certeza da esperança, porque “Deus não é injusto para se esquecer” daquilo que a sua própria graça produziu em nós.

S.D.G. L.B.Peixoto.

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