

16.11.2025
Salmo 119.41-48
ו Vav
41SENHOR, dá-me o teu amor,
a salvação que me prometeste.
42Então poderei responder aos que me insultam,
pois confio em tua palavra.
43Não retires de mim a palavra da verdade,
pois teus estatutos são minha esperança.
44Continuarei a obedecer à tua lei
para todo o sempre.
45Andarei em liberdade,
pois me dediquei às tuas ordens.
46Falarei de teus preceitos a reis,
e não me envergonharei.
47Como tenho prazer em teus mandamentos!
Como eu os amo!
48Celebro teus mandamentos, que amo,
e em teus decretos medito.
Há em nós um anseio profundo por liberdade. Quem nunca desejou ter asas? Voar para longe das pressões, das cobranças, das dores?
Davi, certa vez, em meio à perseguição, desabafou: “Quem dera eu tivesse asas como a pomba; voaria para longe e encontraria descanso” (Sl 55.6, NVT). Esse suspiro não é apenas uma fuga; é o clamor de quem deseja romper limites e encontrar alívio para a alma cansada.
Para nós, liberdade costuma ser a ilusão de que a felicidade está sempre do outro lado da cerca. Fantasiamos que liberdade é não ter limites.
Mas pense em alguém que se prepara para saltar de paraquedas. Ele sobe no avião, veste o equipamento, se posiciona na porta. De repente, pensa: “Por que eu deveria usar isso? Está pesado. Me restringe. Quero sentir a verdadeira liberdade.” E então, salta… sem o paraquedas.
Nos primeiros segundos, ele experimenta algo parecido com liberdade: o vento no rosto, a adrenalina da queda. Mas é uma liberdade que termina no impacto. Aquilo não era liberdade — era morte em queda livre.
Assim também é com a alma. A verdadeira liberdade não é fazer tudo o que se quer, mas fazer aquilo que conduz à vida. Liberdade é o poder de agir hoje de um modo que você não se arrependerá daqui a mil anos. A falsa liberdade é ceder ao impulso do momento; a verdadeira liberdade é amar o que Deus ama e encontrar nisso sua alegria eterna.
No Salmo 119, essa verdade é proclamada com clareza. Liberdade, para o salmista, não é autonomia rebelde, mas obediência voluntária e amorosa.
Davi declara: “Andarei em liberdade, pois me dediquei às tuas ordens” (v. 45).
Essa é a liberdade que o mundo não conhece. Mas como ela se manifesta, na prática? O que significa, na vida real, andar em liberdade segundo os preceitos de Deus? É exatamente isso que o salmista nos mostra nos versículos 41 a 48.
Esta estrofe (v. 41-48) é marcada pela letra hebraica Vav. Cada um dos oito versículos começa com a mesma conjunção (o “e”). Isso não é um detalhe formal; é uma cadência. Cada verso é um passo de uma progressão espiritual bem definida.
O salmista começa com uma súplica pelas misericórdias de Deus — seu ḥesed ou amor constante, aqui demonstrado na forma de “salvação” (v. 41). Com base nisso, ele declara sua fé na Palavra (v. 42), pede para que ela jamais se aparte de sua boca (v. 43) e reafirma seu compromisso de guardá-la (v. 44).
Dessa base de misericórdias e compromisso fiel, fluem os resultados: liberdade para andar (v. 45), coragem para falar (v. 46) e prazer para amar e meditar nos mandamentos (vs. 47-48).
Ah! como você precisa saber disso: a verdadeira liberdade não consiste na ausência de mandamentos, mas em caminhar no espaço amplo da vida para o qual fomos criados — e esse espaço se abre pela obediência amorosa à palavra de Deus.
Foi assim desde o princípio.
“O SENHOR Deus colocou o homem no jardim do Éden para cultivá-lo e tomar conta dele. Mas o SENHOR Deus lhe ordenou: ‘Coma à vontade dos frutos de todas as árvores do jardim, exceto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Se você comer desse fruto, com certeza morrerá’.” (Gênesis 2.15-17, NVT)
A liberdade, ali, era real. Não ausência de limites, mas abundância de possibilidades. Um jardim inteiro liberado, com um único limite. A restrição não era uma prisão, mas um lembrete de que Deus sabe o que é bom.
Mas a falsa liberdade, a promessa da serpente de “ser como Deus” (Gn 3.1-8), introduziu a busca pela autonomia (“sereis como Deus”), mas colheu afastamento e vergonha.
Ela prometeu a autorrealização (“viu que a árvore era boa para se comer”), mas colheu culpa e morte.
Ela prometeu a autossuficiência (“desejável para dar entendimento”), mas colheu engano e confusão.
Davi não quer esse caminho. Ele não quer viver escondido de Deus. O que ele deseja é o espaço amplo, mas um espaço traçado pela mão do SENHOR. Por isso, ele ora, não por autonomia, mas por graça (v. 41), para poder viver o mapa da verdadeira liberdade: a Palavra de Deus.
A verdadeira liberdade começa com um ato de Deus. Por isso, o salmista ora:
41SENHOR, dá-me o teu amor [ou: amor constante],
a salvação que me prometeste.
Ou, na NAA:
41Venham também sobre mim as tuas misericórdias, SENHOR,
e a tua salvação, segundo a tua promessa.
Antes de falar sobre liberdade como experiência, Davi fala sobre graça como fundamento. Ele não parte da vontade humana, mas do amor divino. Já vimos que palavra usada na NAA para “misericórdias” é ḥesed — o amor constante, leal e imutável do SENHOR. Um amor de aliança que não falha quando nós falhamos; um amor que salva, sustenta e santifica.
Ao longo da história, muitos buscaram liberdade. A revolução francesa prometeu “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, mas entregou o terror da guilhotina, pois não podia libertar o homem de sua própria crueldade. As revoluções marxistas do século XX prometeram liberdade da opressão econômica, mas entregaram o totalitarismo e os gulags — o sistema de campos de trabalhos forçados da antiga União Soviética.
Mais recentemente, a revolução sexual prometeu liberdade total das “normas opressoras” da moralidade judaico-cristã, mas colheu uma epidemia de solidão, objetificação, relacionamentos quebrados e depressão. De geração em geração, o mesmo paradoxo se repete: sociedades que conquistam liberdade exterior continuam cativas por dentro — presas ao medo, ao orgulho, às expectativas humanas e, em última análise, presas ao seu verdadeiro eu, caído no pecado.
Escravo.
Davi nos mostra outro caminho. Ele sabe que esse caminho começa com misericórdia. Começa com ḥesed. Amor constante. Leal.
Essa graça não apenas nos livra da culpa do pecado — ela quebra o seu poder. Ela nos liberta da tirania da velha natureza e nos libera para desejar e amar o que Deus ama. Foi o que Paulo descreveu em Romanos 7, quando perguntou:
“Quem me libertará deste corpo mortal dominado pelo pecado?” (Rm 7.24)
E ele responde com gratidão: “Graças a Deus! A resposta está em Jesus Cristo, nosso Senhor.” (v. 25). Essa é a boa notícia:
“Agora, portanto, já não há nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus, pois a lei do Espírito que dá vida os libertou da lei do pecado e da morte.” (Rm 8.1-2)
É por isso que Davi ora. E é por isso que você também deve orar:
“Venham também sobre mim as tuas misericórdias, SENHOR, e a tua salvação, segundo a tua promessa.” (Sl 119.41, NAA).
A súplica pelo amor e pela salvação do SENHOR (v. 41) é imediatamente seguida por um compromisso de fé sustentado pela Palavra:
42Então poderei responder aos que me insultam,
pois confio em tua palavra
Note o vínculo: o clamor por salvação no versículo 41 abrange também o versículo 42. A graça que nos salva é também a graça que nos sustenta diante da oposição.
Desde os primeiros dias do cristianismo, a identificação com Cristo é motivo de escárnio. Se há dúvidas, experimente levar sua Bíblia ao trabalho. Leve uma conversa piedosa à sala de aula, ao escritório ou ao grupo de amigos. Identificar-se com o nome de Cristo quase sempre despertará hostilidade.
Mas isso não nos deveria surpreender. O próprio Jesus nos advertiu:
“Se o mundo os odeia, lembrem-se de que primeiro odiou a mim. […] ‘O escravo não é maior que o seu senhor’. Uma vez que eles me perseguiram, também os perseguirão.” (João 15.18, 20, NVT)
Por isso, o salmista ora por salvação, mas já se prepara para responder aos que o insultam. E ele não responde com raiva, mas com confiança na palavra de Deus.
É o eco que ouvimos em 1 Pedro:
“Em vez disso, consagrem a Cristo como o Senhor de sua vida. E, se alguém lhes perguntar a respeito de sua esperança, estejam sempre preparados para explicá-la. Façam-no, porém, de modo amável e respeitoso.” (1Pedro 3.15-16a, NVT)
Essa resposta é crucial, pois todo cristão enfrentará críticos. Às vezes, enfrentamos o caluniador, que, como Pedro instrui em outro lugar, deve ser silenciado por um proceder justo e irrepreensível (1Pe 2.12). Outras vezes, enfrentamos o herético, que deve ser respondido com sabedoria e mansidão (2Tm 2.25). E, na raiz de toda acusação, enfrentamos o próprio Diabo, que deve ser resistido com fé firme na Palavra (Tg 4.7).
A graça que nos resgata (v. 41) é, portanto, a que nos capacita a responder (v. 42) — seja ao caluniador, ao herético ou ao Acusador — não com arrogância, mas com a “amabilidade e respeito” que Pedro descreve, confiando na Palavra.
Por isso Davi ora:
41SENHOR, dá-me o teu amor,
a salvação que me prometeste.
42Então poderei responder aos que me insultam,
pois confio em tua palavra.
A salvação do SENHOR (v. 41) e a defesa da fé (v. 42) levam, naturalmente, ao cultivo da piedade. A graça recebida se traduz em fidelidade visível. Por isso, Davi emenda uma nova súplica:
“Não retires de mim a palavra da verdade, pois teus estatutos são minha esperança.” (v. 43)
Aqui, o salmista pede por constância. Ele deseja permanecer com a palavra da verdade em seus lábios (v. 43a), não apenas para defendê-la em uma crise, mas para viver enraizado nela. Mas essa perseverança não vem do mero esforço pessoal; ela se ancora na fé: “pois teus estatutos são minha esperança” (v. 43b).
Essa súplica pela verdade (v. 43) desemboca, então, em uma decisão firme:
“Continuarei a obedecer à tua lei para todo o sempre.” (v. 44)
Esse versículo é a resposta consciente do coração regenerado. Davi não está apenas emocionado; ele está resoluto. A salvação o conduz à fidelidade. A confiança na Palavra o leva a um pacto de obediência. Note a força da linguagem: “continuarei… para todo o sempre.”
Ah! povo de Deus, vivemos em um tempo marcado por promessas frágeis e compromissos condicionais.
O “para sempre” de um casamento hoje dura apenas “enquanto formos felizes”.
Nossa fé se tornou intermitente. O pacto de membresia em uma igreja local já nem existe mais, pois tantos são guiados apenas pelo “atender às minhas necessidades”.
Neste cenário, a declaração de Davi soa como um testemunho profundamente contracultural: observar a lei de Deus continuamente — e para sempre.
Mas Davi não promete perfeição; ele promete buscar obedecer. Ele não reivindica poder pessoal; ele depende da graça que o sustenta desde o primeiro versículo (v. 41). A obediência não é moeda de troca, mas fruto da fé salvadora. Ele obedece porque ama. Ele guarda a lei porque foi coberto pelas misericórdias — o amor leal de Deus.
Essa é a marca de todo verdadeiro crente: salvação recebida pela graça, proclamada com fidelidade e vivida em santidade — não por imposição, mas por fé.
41SENHOR, dá-me o teu amor [ou: cobre-me com teu amor],
a salvação que me prometeste.
42Então poderei responder aos que me insultam,
pois confio em tua palavra.
43Não retires de mim a palavra da verdade,
pois teus estatutos são minha esperança.
44Continuarei a obedecer à tua lei
para todo o sempre.
A salvação do SENHOR (v. 41), a defesa da fé (v. 42) e o cultivo da piedade (v. 43-44) são a base. Agora, o salmista descreve os frutos que brotam dessa raiz (lerei na NAA):
45Andarei em liberdade,
pois tenho buscado os teus preceitos.
46Também falarei dos teus testemunhos na presença dos reis
e não me envergonharei.
47Terei prazer nos teus mandamentos,
os quais eu amo.
48Para os teus mandamentos, que amo, levantarei as mãos
e meditarei nos teus decretos.
Observe os verbos: andar, falar, ter prazer, levantar as mãos, meditar. Cada um é a expressão de uma alma liberta pela graça e moldada pela Palavra.
1. Andar em Liberdade (v. 45)
Liberdade, para Davi, não é fazer o que se quer. O termo hebraico ba-rechavah (v. 45) sugere um “espaço amplo” — não a estrada larga da perdição, mas o caminho espaçoso da obediência, tal como era no Éden, antes da queda no pecado. Davi está livre para viver como foi criado: com Deus.
2. Falar com Coragem (v. 46)
A liberdade interior se torna coragem pública. Mesmo “na presença dos reis”, Davi fala com ousadia, sem vergonha. A Palavra não é só consolo; é testemunho. Quem foi liberto pela graça fala com confiança.
3. Ter Prazer na Obediência (v. 47)
A obediência, aqui, não é um fardo; é alegria. Davi não apenas cumpre os mandamentos; ele os “ama”. Amor e prazer se encontram na vontade de Deus.
4. Adorar e Meditar (v. 48)
Finalmente, Davi demonstra zelo e vigor. “Levantar as mãos” (v. 48a) é um gesto que revela entrega total — corpo e alma engajados em obedecer. Um juramento solene. E esse amor, essa aliança, expressa-se também em “meditar” (v. 48b). Davi une devoção (adoração com o corpo) e meditação (contemplação com a mente).
Vivemos dias em que o medo da perda das liberdades paira sobre a consciência coletiva: o medo político de ter sua fala censurada; o medo cultural de ser “cancelado” por suas convicções; e o medo moral de ver os valores que você defende simplesmente se dissolverem. E, de fato, há motivos para vigilância. Mas o maior risco não é perder a liberdade exterior; é nunca ter conhecido a verdadeira liberdade interior.
O salmista nos lembrou: a liberdade começa com a graça de Deus que nos cobre (o ḥesed), se sustenta na Palavra em que confiamos e floresce na obediência da fé. Não se trata de quebrar limites, mas de caminhar no espaço amplo da vontade de Deus — revelada na Bíblia Sagrada. Sim! Aquela antigona, de capa preta.
Esta não é uma fé cega. Algumas filosofias, como o existencialismo tão infiltrado no pensamento contemporâneo, podem sugerir que a fé é um “salto no escuro”, um gesto irracional no vazio. Vemos essa filosofia celebrada pelo menos de duas formas na cultura.
Às vezes, é o niilismo de séries como Rick e Morty, que nos diz que o universo é caótico, absurdo, e que a única “liberdade” é rir do fato de que nada importa.
Outras vezes, é a angústia da autonomia vista em séries como Loki, que nos mostra o fardo de um universo onde o indivíduo é forçado a criar, do zero, seu próprio “propósito glorioso” para justificar sua existência.
G. K. Chesterton foi preciso: o problema de quem deixa de acreditar em Deus não é que passa a não acreditar em nada, mas é que passa a acreditar em qualquer bobagem.
E Luiz Felipe Pondé, um dos filósofos mais comentados da atualidade, ecoa Chesterton e completa: “E a maior bobagem em que se pode acreditar é em si mesmo.”
Ambas as visões que a cultura celebra — seja a aceitação do caos (vista em Rick e Morty) ou o fardo da autonomia (a fé “em si mesmo” vista em Loki) — são exemplos perfeitos dessa “bobagem”. Elas são o verdadeiro “salto no escuro”.
Como vimos na ilustração inicial, é pular sem o paraquedas.
A fé bíblica é o oposto. É a resolução consciente de pular com o paraquedas, confiando na integridade de quem o projetou. A fé bíblica é um conhecimento que transforma. É crer na Palavra de Deus a ponto de ela reordenar nossos afetos (o que amamos) e nossas atitudes (como vivemos).
Portanto, não tema tanto a perda da liberdade deste mundo. Tema, sim, viver sem o Cristo que liberta. Tema viver longe da Palavra que ilumina o caminho. Tema uma alma que se esconde de Deus.
E clame, com fé:
“Venham também sobre mim as tuas misericórdias, SENHOR, e a tua salvação, segundo a tua promessa.” (Sl 119.41, NAA)
E então… ande em liberdade.
Mas o que isso significa, na prática, em um mundo que nos oferece a “liberdade” da autonomia, da autorrealização e da autossuficiência? O salmista nos dá o diagnóstico:
1. Liberdade com Direção (v. 45)
A cultura diz: “siga seu coração” ou “viva sua verdade”. A liberdade de Cristo diz: “ande no espaço amplo” da Palavra. Na prática, isso significa que suas grandes decisões (carreira, finanças, relacionamentos) não são mais guiadas pelo pânico ou pela cultura, mas pela pergunta: “O que o mapa de Deus diz sobre isso?”
2. Liberdade com Coragem (v. 46)
A cultura da revolução sexual exige seu silêncio e sua conformidade. A liberdade de Cristo é a “coragem para falar” (v. 46) sem vergonha, mas com a “amabilidade e respeito” que vimos em 1Pedro. É ter a coragem de ser o único em sua sala de aula ou escritório que defende a moralidade bíblica, não por arrogância, mas por amor à verdade — e, sim, ao próximo também.
3. Liberdade com Alegria (v. 47)
A mentira de Gênesis 3 é que a obediência é uma prisão (a árvore “proibida”). A liberdade de Cristo é “ter prazer nos mandamentos”. Você sabe que está andando em liberdade não quando você suporta a santidade, mas quando você começa a desejá-la — quando o “eu quero” começa a se alinhar com o “Deus manda”.
4. Liberdade com Entrega (v. 48a)
A cultura da “fé de consumo” diz: “Vá à igreja que ‘atende às suas necessidades’”. A liberdade de Cristo é a “entrega” (v. 48). É parar de pular de igreja em igreja e “levantar as mãos” para servir em uma congregação local, trocando o “o que eu ganho com isso?” pelo “como eu posso servir aqui?”
5. Liberdade com Devoção (v. 48b)
A cultura da distração digital oferece mil opiniões por segundo. A liberdade de Cristo é a “devoção” (v. 48). É a capacidade de desligar o ruído do mundo para “meditar” na Palavra de Deus, trocando a ansiedade da informação pela paz da verdade.
Pois, como vimos, andar em liberdade não é fazer o que se quer. É viver como Deus quer, com direção, coragem, alegria, entrega e devoção.
É Cristo, o verdadeiro Rei, quem nos liberta.
“Se o Filho os libertar, vocês de fato serão livres.” (João 8.36)
Que venham sobre vocês as misericórdias do SENHOR
e a salvação dele em Jesus Cristo, conforme a sua promessa.
Que vocês saibam responder aos que os insultam,
porque confiam na Palavra do SENHOR.
Que jamais se aparte de suas bocas a palavra da verdade,
pois vocês esperam nos juízos do Senhor.
Que vocês observem continuamente a lei do Senhor,
agora e para sempre.
Que andem em liberdade,
porque buscam com diligência os preceitos do SENHOR.
Que falem dos testemunhos de Deus diante de reis e poderosos,
e não se envergonhem.
Que tenham prazer nos mandamentos do Senhor,
os quais amam.
Que levantem as mãos aos mandamentos que amam
e que meditem nos decretos do seu Deus.
Em nome de Jesus Cristo. Amém.
S.D.G. L.B.Peixoto.
Mais Sermões
Mais Séries
Andando em liberdade
Pr. Leandro B. Peixoto