PENSO, LOGO PROMETO

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Salmo 119.59

[NTLH]Tenho pensado na minha maneira de agir e prometo seguir os teus ensinamentos.

O testemunho de René Descartes

Uma de nossas características, por sermos criados à imagem e conforme a semelhança de Deus, é que nós pensamos. Pensar é o princípio fundamental de toda certeza: leva-nos a Deus e permite-nos conhecer a verdade. Tanto é assim que C. S. Lewis, com a sabedoria, aliada à criatividade, que lhe era peculiar, já na primeira das Cartas de Um Diabo a Seu Aprendiz, coloca que a argumentação ou a reflexão em busca da verdade é coisa de Deus. O diabo, por sua vez, argumenta Lewis, vai sempre pela banalidade, pelo entretenimento e pela diversão; ele vai pelo “fluxo de experiências sensoriais e imediatas”.

René Descartes — em latim: “Renatus Cartesius” (1596 a 1650, morreu com apenas 54 anos), por formação, era matemático, mas, além da ciência exata, estudou também lógica e filosofia numa escola jesuíta francesa. Apesar de todos os problemas da igreja, o pensador francês morreu católico nominal, pois nunca abandonou a crença em Deus.

Os tempos nos quais viveu eram horríveis: a filosofia estava em estado de confusão, a ciência estava brigada com a religião e a igreja estava, além de infectada por heresias, rachada entre os vários que diziam ter sobre ela, a “mãe de todos”, autoridade. Face a face com o caos, que fez Descartes? Ele pensou!

O que impelia o pai da filosofia cartesiana ou do pensamento cartesiano, naquele mundo de confusão, era a sua busca pela certeza. Daí que nasceu a celebre afirmação: “Penso, logo existo!”. O pensamento de Descartes era mais ou menos assim:

Duvidamos de tudo => A certeza da dúvida prova que pensamos => Se eu penso, logo existo => Duvidar é buscar discernir entre o perfeito e o imperfeito => Essa ideia clara do que é perfeito precisa ter uma causa => Apenas um ser perfeito pode causar a ideia de perfeição => Deus é a causa perfeita da ideia de perfeição.

Para Descartes, portanto, pensar é descobrir que Deus existe, sendo Ele, Deus, a causa primária de todas as coisas. Mas, há um problema com a filosofia de Descartes.

Descartes x Lutero

Segundo Descartes, o ponto de partida seguro e a única referência apropriada para todo conhecimento da verdade é a autoconsciência individual, isto é: a autoridade é a razão (e esta, partindo da dúvida de tudo! Sim, na filosofia cartesiana, parte-se da dúvida!). Gigante entre os pensadores, Descartes é comumente considerado o primeiro deles a enfatizar o uso da razão para desenvolver as ciências naturais.

No entanto, para os Reformadores, que viveram no mesmo período de Descartes, a fonte de toda autoridade não é a razão (cheia de dúvidas), mas a revelação escrita de Deus — a Bíblia (totalmente verdadeira). Tanto era assim que Lutero (1483-1546), quando confrontado pelas autoridades eclesiásticas, tomou posição, não sobre a sua consciência individual, mas, sim, sobre a Palavra de Deus — a consciência do reformador estava cativa à Palavra (à verdade) e não à razão (cheia de dúvidas e de incertezas).

Enquanto Descartes estabelecia a razão como o critério final da verdade, Lutero afirmava que o único critério seguro é a Bíblia. O filósofo pensava a partir de si. O reformador a partir da Bíblia. Ambos, porém, pensavam.

Pensar é preciso

Sim, nós pensamos. Temos certeza disso, não porque duvidamos de tudo, mas, porque Deus nos criou com a capacidade de pensar, de buscar conhecer. Nossos pensamentos, portanto, não precisam partir da dúvida, mas da certeza (da revelação de Deus na Criação e também na Bíblia).

Agostinho (Séc. IV d.C.), por exemplo, analisando as relações existentes entre fé e razão, não se cansava de repetir (Comentário ao Evangelho de S. João, XXIX, 6):

Deseja compreender, creia. […] Não procure compreender para poder crer; creia para poder compreender.

Na perspectiva agostiniana, devemos aceitar as verdades da fé, para, segundo as nossas possibilidades, conseguirmos obter delas alguma inteligência. Agostinho cria e ensinava que as verdades da fé não contrariam a razão, uma vez que se fundamentam em testemunhos verdadeiros. No entanto, só se torna capaz de encontrar Deus ou a verdade, quem crê no que há de compreender. Razão, portanto, serve à fé, evidenciando-a, permitindo-nos aprofundar no conhecimento da verdade.

Não é assim apenas em questões de fé. Também é assim em qualquer ciência empírica; ou seja, parte-se de um pressuposto (fé?) para se obter esclarecimento ou resultado, e é assim que se evidencia as coisas e se aprofunda no conhecimento (p.ex., existe vida noutros planetas: este é o pressuposto, fé; então se busca comprovar).

Davi sabia muito bem que a razão serve à fé, o que está claro no texto que lemos inicialmente. Vejamos mais uma vez, só que agora, em seu contexto pouco mais amplo:

[NTLH] Sl 119.57-60 | 57Tu, ó SENHOR Deus, és tudo o que eu tenho; prometo obedecer às tuas leis. 58De todo o coração, eu te peço: tem misericórdia de mim, como prometeste. 59Tenho pensado na minha maneira de agir e prometo seguir os teus ensinamentos. 60Com toda a pressa e sem demora, procuro obedecer aos teus mandamentos.

Observe que Davi estava pensando na sua maneira de agir à luz do que ele estava lendo, estudando e meditando na Palavra de Deus. As referências que ele faz à leis (v. 57), às promessas (v. 58), aos ensinamentos (v. 59) e aos mandamentos (v. 60), são, todas, alusões à revelação escrita de Deus. Aprendemos, pois, que pensar é preciso, pois quando nós pensamos, à luz da Palavra de Deus, quando nós estudamos a Bíblia, nós somos levados a estudar a nossa própria vida; somos confrontados com a revelação de Deus e somos levados à mudar. Sem mudança, sem santificação, ninguém verá o Senhor (Hb 12.14).

Pensar é difícil, mas é preciso

Pensar é difícil. Não é tarefa fácil. Principalmente quando se pensa em contraste com um patamar tão mais elevado como o nosso: a Bíblia. Sobre a dificuldade que é a tarefa de pensar, Henry Ford, certa feita, afirmou que “pensar é o trabalho mais difícil que existe. Talvez por isso tão poucos se dediquem a ele”.

Apesar de difícil, é preciso pensar. Por exemplo: você sabe o que um dos homens mais ricos do mundo mais gosta de fazer? Não, não é gastar dinheiro. É pensar, estudar e buscar conhecimento para ganhar ainda mais dinheiro. Gastar? Nem pensar! Pensar, sim.

Warren Buffett, número dois no ranking dos mais ricos do mundo em 2017 — com fortuna de US$ 75,6 bi (o primeiro é Bill Gates, com US$ 86 bi), aumentou seu capital em US$ 6,2 bi em apenas três anos! Sabe o que ele estava fazendo enquanto isso? Pensando! Ele lia, estudava e pensava. Em setembro de 2014, a revista Business Insider divulgou que

quando Warren Buffett iniciou a sua carreira como investidor, ele lia, por dia, entre 600 e 1.000 páginas de relatórios financeiro, publicações comerciais e outros papéis, além dos livros, é claro.

Hoje, com 87 anos, o segundo homem mais rico do mundo investe 80% do seu tempo em leitura. Uma de suas afirmações mais célebres é a seguinte:

Veja, o meu trabalho é, essencialmente, o de armazenar mais e mais e ainda mais fatos e informações, e, ocasionalmente, ver se eles levam a alguma ação.

Outra frase dele, bastante interessante, diz assim: “Nós não lemos a opinião dos outros. Nós queremos absorver os fatos, e então pensar”.

Lendo sobre Warren Buffett, deparei-me com a história de um estudante de economia que lhe perguntou sobre o que fazer durante os anos de faculdade, preparando-se para uma carreira vitoriosa de investimentos. Buffett pensou por um instante, então pegou a pilha de livros e de papéis que ele trazia consigo, e falou:

Leia 500 páginas como essas por dia. É assim que o conhecimento funciona. Ele se constrói, como juros compostos, vai se acumulando. Todos vocês conseguem fazer isso, mas, eu te garanto, não são muitos que farão.

Gente, se os homens mais ricos do mundo sabem que o segredo é adquirir conhecimento — lendo, estudando e pensando para poderem agir com sabedoria, por que nós, o povo de Deus, vivemos padecendo por falta de conhecimento (Os 4.1 e 6)? A vida cristã requer que cresçamos no conhecimento do Senhor (Os 6.3, 6). Pedro, em suas palavras finais, na segunda carta que nos deixou, afirmou assim (2Pe 3.17-18):

17Amados, vocês já sabem dessas coisas. Portanto, estejam atentos, a fim de que não sejam levados pelos erros desses perversos e percam sua firmeza. 18Antes, cresçam na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, agora e para sempre! Amém.

Pensar é necessário para a nossa transformação. Spurgeon não poderia estar mais correto quando afirmou que “ação sem reflexão é loucura; reflexão sem ação é preguiça”.

Penso, logo prometo

Pensar é preciso, pois somente cresceremos na graça e no conhecimento do Senhor, de forma a não sermos levados pelo erro, se nos dedicarmos a ler e a pensar a Palavra.

[NTLH]Sl 119.59 | Tenho pensado na minha maneira de agir e prometo seguir os teus ensinamentos.

Portanto, nada como começar mais um ano com esse versículo no coração. Há três observações que faremos a partir desta resolução de Davi; e espero que seja também uma de suas resoluções para 2018 e o resto de sua vida nesta vida terrena.

1. Resolva cultivar o hábito de pensar

Diz Davi: [NTLH]Tenho pensado…” (Sl 119.59).

O verbo pensar está na voz ativa, ou seja: o sujeito participa ativamente da ação — Davi está dizendo que ele pratica ativa e continuamente (presente singular) a ação de pensar. Além da voz e do tempo em que está o verbo, outro fato importante é a sua forma.

Na língua hebraica, a voz ativa do verbo pode estar no Qal (forma simples do verbo), no Piel (forma intensa do verbo), ou no Hiphil (forma causativa do verbo). Por exemplo, pense na ação de se quebrar um copo: Qual (simples) = O copo “quebrou”; Hiphil (causativa) = O copo “que eu quebrei”. Piel (intensa) = O copo “estraçalhou”.

O verbo “pensar” do Salmo 119.59 está no Piel = “Tenho pensado muito; Não tenho parado de pensar; Meus pensamentos têm-me perseguido; Tenho quebrado a cabeça de tanto pensar”. Davi, portanto, está ensinado que nós jamais podemos abandonar o hábito de pensar — não podemos ser absorvidos pela trivialidade, pela preguiça, pelo encanto com a imagem dos nossos dias. Disciplinamo-nos para e perseveramos no ato de pensar.

Resolva cultivar o hábito de pensar: “Tenho pensado…” (Sl 119.59).

2. Resolva cultivar o hábito de pensar a Palavra de Deus

Davi também diz sobre o que ele estava pensando: “[NTLH]Tenho pensado… os teus ensinamentos” (Sl 119.59). Ele não pensava em qualquer coisa. Sua mente estava absorvida pela Palavra de Deus. Aliás, o Salmo 119 todo é uma celebração da Palavra de Deus. A Palavra de Deus não saía da mente dele. Ele pensava a Palavra.

Ele priorizava a Palavra:

Sl 119.60 | Eu me apressarei e, sem demora, obedecerei a teus mandamentos.

Ele não permitia que coisa alguma o desviasse da Palavra:

Sl 119.61 | Os perversos tentam me arrastar, mas não me esquecerei de tua lei.

Ele se disciplinava para estar com a Palavra:

Sl 119.62 | Levanto-me à meia-noite para te dar graças por teus justos estatutos.

Ele pautava as suas amizades pela Palavra:

Sl 119.63 | Sou amigo de todos que te temem, dos que obedecem às tuas ordens.

Ele enxergava as coisas ao seu redor pela Palavra:

Sl 119.64 | Ó SENHOR, o teu amor enche a terra; ensina-me teus decretos.

Para manter o hábito de pensar a Palavra, Davi priorizava (apressava-se em obedecer), perseverava (problemas não o afastavam das Escrituras), disciplinava-se (imprevistos não roubavam seu tempo com Deus), era seletivo (relacionamentos não o influenciavam negativamente) e mantinha-se focado (rotina não o insensibilizava para as coisas do Reino). Eis, portanto, o segredo de Davi.

Resolva cultivar o hábito de pensar a Palavra: “[NTLH]Tenho pensado… os teus ensinamentos” (Sl 119.59).

3. Resolva querer mudar

O hábito de pensar a Palavra fez Davi resolver mudar de vida.

[NTLH]Sl 119.59 | Tenho pensado na minha maneira de agir e prometo seguir os teus ensinamentos.

Nada mais lógico: a reflexão produziu a resolução; o pensamento produziu a promessa. O hábito de pensar a Palavra gerou nele um desejo — desejo de mudança, mudança à luz da Palavra de Deus — que o fez prometer se conformar aos ensinamentos do Senhor. A questão é simples assim: Toda mudança começa de um desejo. => Desejos santos só podem surgir de Deus. => O Senhor produz esses desejos em nós pela nossa reflexão na Palavra.

Sobre esse versículo (Sl 119.59), Spurgeon disse assim:

Estudando a Palavra, Davi foi levado a estudar a própria vida — o que o levou a uma resolução. Ele foi para a Palavra e, então, caiu em si; depois, levantou-se e foi para o colo do Pai. Consideração é o início da conversão. Primeiro nós pensamos e, em seguida, nós nos reposicionamos… A cabeça inflama o coração, e o coração, por sua vez, impulsiona os pés.

Em seu comentário do Salmo 119, escrevendo sobre o verso 59, Agostinho argumentou que a resolução de agir em obediência aos Estatutos de Deus deve ser “atribuída à graça de Deus, de acordo com as palavras do apóstolo: ‘É Deus quem opera em nós’ (Fl 2.13)”. Portanto, devemos concluir que, voltando-nos para a Palavra, em oração, Deus mesmo se encarrega de operar em nós o desejo e a capacidade para mudar.

Resolva querer mudar pela Palavra: “[NTLH]Tenho pensado na minha maneira de agir e prometo seguir os teus ensinamentos” (Sl 119.59)

Penso, logo prometo

O desejo do meu coração é que em 2018 nós pensemos mais — um tipo de pensamento pautado nas Escrituras; um pensar bíblico-teológico da vida. Nada de ficar refletindo e debatendo sem fé, sem esperança e sem amor, mas refletindo e buscando mudança de vida — [1] pensamentos que gerem em nós desejos santos; [2] desejos que nos façam prometer e perseguir transformação.

Pv 4.26-27 | 26Estabeleça [penseNTLH] um caminho reto para seus pés; permaneça na estrada segura. 27Não se desvie nem para a direita nem para a esquerda; não permita que seus pés sigam o mal.

A principal mudança produzida em Davi, após sua reflexão na Palavra (Sl 119.59) está no vs. 57, que iniciou esse parágrafo do Salmo 119. Lá se lê:

[NTLH]Sl 119.57 | Tu, ó SENHOR Deus, és tudo o que eu tenho; prometo obedecer às tuas leis.

Quando Davi disse que Deus era tudo o que ele tinha, ele estava usando uma expressão muito conhecida e muito amada por todo judeu piedoso. Dizia respeito à porção recebida de Deus pela tribo de Levi, por ocasião da divisão das terras de Canaã:

Js 13.33 | À tribo de Levi, porém, Moisés não deu porção alguma de terra como herança, pois o SENHOR, o Deus de Israel, havia prometido que ele próprio seria sua herança.

Os levitas não receberam terra nenhuma. Tudo o que eles tinham era o Senhor e algumas cidades estrategicamente espalhadas pela terra de Canaã. Aos descendentes de Levi coube o privilégio de viver exclusivamente para Deus, abençoando os outros.

Assim deve ser também com cada um de nós cristãos. Não temos coisa alguma desta terra. Levaremos nada deste mundo. Tudo é do Senhor e o Senhor é nosso. Ele é a nossa porção. Diferentemente do povo de Deus, os ímpios não pensam assim; eles vivem para dar seus nomes às suas terras — porém, no final, tudo o que terão será a terra do sepulcro. Os filhos de Corá escreveram assim:

Sl 49.11-13 | 11A sepultura é seu lar eterno, onde ficarão para sempre. Dão o próprio nome às suas terras, 12mas a sua fama não durará; como os animais, eles também morrerão. 13Esse é o destino dos tolos, embora sejam admirados pelo que dizem.

Pense mais em 2018. Pense a Palavra. Resolva mudar e persiga as mudanças. Queira crescer no conhecimento e na graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Três dicas

Leia a Bíblia (encontre um plano de leitura). Lembre-se do que disse Davi:

[NTLH]Sl 119.57 | Tu, ó SENHOR Deus, és tudo o que eu tenho; prometo obedecer às tuas leis.

Ore a Deus (pedindo conhecimento e emoções santificadas). Lembre-se:

[NTLH]Sl 119.58 | De todo o coração, eu te peço: tem misericórdia de mim, como prometeste.

Busque comunhão fortalecedora. Lembre-se, mais uma vez, das palavras de Davi:

[NTLH]Sl 119.63 | Eu sou amigo de todos os que te temem, de todos os que obedecem às tuas leis.

Quanto aos que ainda não receberam Jesus, minha oração é para que caiam em si e pensem, assim como foi com o filho pródigo da parábola de Jesus:

[NTLH]Lc 15.16-19 | 16Ali, com fome, ele tinha vontade de comer o que os porcos comiam, mas ninguém lhe dava nada. 17Caindo em si, ele pensou: “Quantos trabalhadores do meu pai têm comida de sobra, e eu estou aqui morrendo de fome! 18Vou voltar para a casa do meu pai e dizer: ‘Pai, pequei contra Deus e contra o senhor 19e não mereço mais ser chamado de seu filho. Me aceite como um dos seus trabalhadores.’”

Esse moço foi da graça (três refeições por dia) para a desgraça (ninguém lhe dava comida). Depois de tanto sofres, caiu em si e pensou. A seguir, correu da desgraça para a graça mais abundante ainda que a anterior — “à medida que o pecado aumentou, a graça se tornou ainda maior” (Rm 5.20). E você? O que lhe falta para querer mudar? Caia em si. Pense. Corra para Jesus com arrependimento e fé.

Reflexão e resolução são nascentes da vida vigorosa; nascentes da salvação e da santidade. Os grandes homens e mulheres da história do povo de Deus, todos eles, foram daqueles que refletiram e resolveram perseguir a piedade. Quem sabe, neste primeiro domingo do ano, ao final deste culto, Deus te dê a graça de pensar e prometer.

Pense no seu estado sem Cristo e prometa viver para Jesus.

Pense na vida que você viveu até 2017 e prometa uma vida nova em 2018.

Pense e peça a graça de Deus para você viver o que prometeu.

Lembre-se do Salmo 119.59:

[NTLH]Tenho pensado na minha maneira de agir e prometo seguir os teus ensinamentos.

Pense, pense a Palavra de Deus, prometa mudar e persiga a mudança.

Minha oração por você em 2018 e para o resto de sua vida:

[NTLH]2Co 13.13 | Que a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a presença do Espírito Santo estejam com todos vocês.

S.D.G. L.B.Peixoto

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