A IGREJA DO PACTO

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A IGREJA DO PACTO

1Tessalonicenses 3.11-13

11Que Deus, nosso Pai, e nosso Senhor Jesus nos encaminhem a vocês em breve. 12E que o Senhor faça crescer e transbordar o amor que vocês têm uns pelos outros e por todos, da mesma forma que nosso amor transborda por vocês. 13E, como resultado, que Deus, nosso Pai, torne seu coração forte, irrepreensível e santo diante dele para quando nosso Senhor Jesus voltar com todo o seu povo santo. Amém.

A SÉRIE DE MENSAGENS

O Pacto que temos firmado com Deus e uns com os outros na comunhão deste corpo — que se reúne aqui na Avenida 24 de Outubro, esquina com a Avenida Pouso Alto, e com fundos para a Avenida Alberto Miguel, no bairro de Campinas em Goiânia— é o que nos torna igreja. Igreja, assim como casamento, nasce e se mantém em pacto ou compromisso de amor. Esse tem sido o nosso argumento ao longo desta série de estudos sobre o Pacto de Compromisso da Igreja.

Nas mensagens anteriores, o que basicamente nós fizemos foi: lançar o fundamento bíblico-teológico do Pacto que nós adotamos como igreja, consultar a nossa tradição Batista à luz da Bíblia no que diz respeito à utilização deste Pacto e (na última mensagem) demonstrar que a necessidade de relacionamentos firmados em pactos de compromissos comunitários é tão profunda no coração humano que mesmo fora da igreja há um crescente sentimento de urgência e esperança de que nós possamos redescobrir o valor de pactos de compromissos antes que seja tarde demais.

Por fim, na mensagem anterior a esta, nós estudamos a introdução, que é o primeiro parágrafo do Pacto. Aprendemos sobre (1) o fundamento do Pacto; (2) os pré-requisitos do Pacto; (3) as testemunhas do Pacto; (4) as atitudes de quem firma o Pacto; e (5) a tomada de decisão do Pacto. Lê-se assim no primeiro parágrafo:

Tendo sido levados pelo Espírito Santo a aceitar a Jesus Cristo como único e suficiente Salvador, e batizados, sob profissão de fé, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, decidimo-nos, unânimes, como um corpo em Cristo, firmar, solene e alegremente, na presença de Deus e desta congregação, o seguinte Pacto:

A IGREJA DO PACTO

Pois bem, hoje nós mergulharemos no segundo parágrafo e descobriremos sobre o tipo de igreja que surge desse Pacto. Leiamos, pois, o parágrafo segundo do Pacto:

Comprometemo-nos a, auxiliados pelo Espírito Santo, andarsempre unidos no amor cristão; trabalharpara que esta igreja cresça no conhecimento da Palavra, na santidade, no conforto mútuo e na espiritualidade; manteros seus cultos, suas doutrinas, suas ordenanças e sua disciplina; contribuirliberalmente para o sustento do ministério, para as despesas da igreja, para o auxílio dos pobres e para a propaganda do evangelho em todas as nações.

Você prestou atenção nos verbos? — Andar. Trabalhar. Manter. Contribuir. — Amar a igreja. Trabalhar pela igreja. Manter a identidade da igreja. Contribuir com a causa da igreja. Veja, pois, que o Pacto produz uma igreja amorosa, operante, distintae generosa. Essa é a igreja que, auxiliados pelo Espírito Santo (como diz o Pacto), buscamos ser.

Passemos, agora, a analizar cada uma dessas características da igreja do Pacto: (1) a igreja amorosa, (2) a igreja operante, (3) a igreja distinta e (4) a igreja generosa.

1 A IGREJA AMOROSA

Comprometemo-nos a, auxiliados pelo Espírito Santo, andarsempre unidos no amor cristão;

O fundamento bíblico para esta afirmação de nosso Pacto será extraída do texto de Paulo que nós lemos inicialmente: 1Tessalonicenses 3.11-13. Leiamos de novo.

11Que Deus, nosso Pai, e nosso Senhor Jesus nos encaminhem a vocês em breve. 12E que o Senhor faça crescer e transbordar o amor que vocês têm uns pelos outros e por todos, da mesma forma que nosso amor transborda por vocês. 13E, como resultado, que Deus, nosso Pai, torne seu coração forte, irrepreensível e santo diante dele para quando nosso Senhor Jesus voltar com todo o seu povo santo. Amém.

Há três observações que podemos fazer à partir deste texto, as quais corroboram para a sustentação da mensagem do parágrafo dois inteiro de nosso Pacto.

Amor é tanto dom como dever

A primeira observação é que o amor requerido na comunidade da nova aliança (que é a igreja) é tanto dom como dever — i.e., Deus nos dá o amor e é nosso dever amar. Note o verso 12, onde Paulo ora (na forma de uma bênção):

12E que o Senhor faça crescer e transbordar o amorque vocês têmuns pelos outros e por todos, da mesma forma que nosso amor transborda por vocês.

Nossa vida juntos como igreja, como corpo de Cristo se origina no amor que motivou a aliança de Deus conosco e, portanto, a marca essencial de nossos relacionamentos na igreja é o amor. Esse amor é obra de Deus em nós: “Que o Senhor faça crescer [em vocês] e transbordar o amor”.

Paulo não poderia ter sido mais feliz em sua oração pelos tessalonicenses do que pedir para eles a bênção do pacto de Deus com seu povo. Afinal, como já vimos anteriormente, é Deus quem opera em nós aquilo que ele requer de nós:

Jeremias 31.33 | “E esta é a nova aliança que farei com o povo de Israel depois daqueles dias”, diz o SENHOR. “Poreiminhas leis em sua mente e as escrevereiem seu coração. Sereio seu Deus, e eles serão o meu povo.”

Deuteronômio 30.6 | O SENHOR, seu Deus, transformaráo coração de vocês e de todos os seus descendentes, para que o amemde todo o coração e de toda a alma, e para que vivam!

Ezequiel 36.27 | Porei dentro de vocês meu Espírito, para que sigam meus decretos e tenham o cuidado de obedecer a meus estatutos.

E é fundamentado nas promessas da nova aliança de Deus com seu povo que Paulo, então, pede ao SENHOR pelos tessalonicenses:

O SENHOR prometeu fazer isso na nova aliança (Jr 31.33; Dt 30.6; Ez 36.27); então eu oro pedindo que o SENHOR assim o faça: Que o Senhor faça crescer e transbordar o amor que os tessalonicenses têm uns pelos outros e por todos (1Ts 3.12).

Lembre-se, portanto, que o requisito do amor no Pacto da Igreja é, em primeiro lugar e acima de tudo, uma dádivado novo pacto, da nova aliança de Deus conosco. Mas o requisito do amor também é um mandamento, é um deverde cada cristão. Paulo prossegue seu texto em 1Tessalonicenses e diz (4.1-2):

1Finalmente, irmãos, pedimos [rogamos]e incentivamos [exortamos]em nome do Senhor Jesus [não apenas oro por vocês, 1Ts 3.12] que vivam para agradar a Deus [amando a Deus e ao próximo], conforme lhes instruímos. Vocês já vivem desse modo, e os incentivamos a fazê-lo ainda mais, 2pois se lembram das instruções [mandamentos] que lhes demos pela autoridade do Senhor Jesus.

Os requisitos da nova aliança são tanto dom como dever. Funciona assim: o dever de amar(e também de trabalhar, mantere contribuir, conforme diz o parágrafo segundo do Pacto da igreja) brota do dom vindo de Deus (i.e., a capacidade de amar etc.). Sabemos dessa ordem lógica pela forma como Paulo mesmo escreveu aos filipenses (Fl 2.12-13):

12Quando eu estava aí, meus amados, vocês sempre seguiam minhas instruções. Agora que estou longe, é ainda mais importante que o façam. Trabalhemcom afinco a sua salvação, obedecendo a Deus com reverência e temor [esse é o dever]. 13Pois Deus está agindo em vocês, dando-lhes o desejo e o poder de realizarem aquilo que é do agrado dele [esse é o dom].

Então, a primeira observação importante é que o elo penetrante de amor que une a nossa igreja em Pacto é uma obra soberana de Deus, de forma que ele opera em nós, nós agimos em obediência, ele recebe a glória e nós o prazer de obedecê-lo. Nas palavras de Pedro, o apóstolo (1Pe 4.11):

Você tem o dom de falar? Então faça-o de acordo com as palavras de Deus. Tem o dom de ajudar? Faça-o com a força que Deus lhe dá. Assim, tudo que você realizar trará glória a Deus por meio de Jesus Cristo. A ele sejam a glória e o poder para todo o sempre! Amém.

Nós enxergamos essa unidade do dom soberano de Deus agindo em nós e nos capacitando (a amar, trabalhar, manter e contribuir) com o cumprimento do dever humano (amor, trabalho, manutenção e contribuição) na primeira linha do parágrafo dois do Pacto e na forma como o resto do parágrafo se desenvolve:

Comprometemo-nos a, auxiliados pelo Espírito Santo, andar sempre unidos no amor cristão; trabalhar para que esta igreja cresça no conhecimento da Palavra, na santidade, no conforto mútuo e na espiritualidade; manteros seus cultos, suas doutrinas, suas ordenanças e sua disciplina; contribuir liberalmente para o sustento do ministério, para as despesas da igreja, para o auxílio dos pobres e para a propaganda do evangelho em todas as nações.

Por trás de todos os cumprimentos de nossos deveres está o auxílio do Espírito Santo — o dom de Deus agindo em nós, a obra de Deus realizada em nós. Portanto, jamais se esqueça, amar é tanto um dom como um dever. Deus nunca nos pede aquilo para o que ele não nos capacita a fazer.

Amor — o fruto do Espírito em nós — é a essência da santidade

Outra observação importante que o texto de Paulo aos tessalonicenses nos leva a fazer é que amor (o fruto do Espírito de Deus em nós) é a essência da santidade. O povo do Pacto com Deus é chamado para ser um povo santo: “Sejam santos, porque eu sou santo” (1Pe 1.15-16). É por isto que o nosso Pacto de Compromisso diz que como membros nós trabalharemos “para que esta igreja cresçano conhecimento da Palavra, na santidade, no conforto mútuo e na espiritualidade”.

A santidade, porém, é amor; é fruto do amor. Veja a conexão entre 1Ts 3.12 e 3.13:

12E que o Senhor faça crescer e transbordar o amorque vocês têm uns pelos outros e por todos, da mesma forma que nosso amor transborda por vocês. 13E, como resultado, que Deus, nosso Pai, torne seu coração forte, irrepreensível e santodiante dele para quando nosso Senhor Jesus voltar com todo o seu povo santo. Amém.

Se Deus fizer com que cresçamos e transbordemos em amor, o resultado prático é que teremos um coração forte, irrepreensívele santodiante dele quando Jesus vier nos buscar. Logo, o que se pode deduzir é que o amor é a essência da santidade. Isto significa que o requisito de santidade do Pacto, assim como o requisito de amor contido nele, é tanto um dom como um dever. Ou seja, Paulo quer que a igreja seja santa, então ele ora:

SENHOR, faça com que cresçam e transbordem em amor (1Ts 3.12), para que assim eles sejam santos (1Ts 3.13). O SENHOR prometeu que na nova aliança escreveria sua lei em nosso coração. O SENHOR prometeu na nova aliança nos dar o Espírito e nos fazer andar em sua santa Palavra. Então, SENHOR, faça isso agora, e faça isso fazendo crescer e transbordar o amor dos membros desta igreja.

O amor é a essência da santidade. Afinal, quem ama a Deus de todo seu coração, de toda sua alma e de toda sua mente; e da mesma forma ama seu próximo como a si mesmo (Mt 22.37-38) jamais terá espaço em seu coração para o pecado. Essa pessoa será santa. Portanto, o amor é a essência da santidade. O que nos leva à observação final do texto.

Amor é um processo em crescimento

A comunidade da nova aliança — a igreja — neste mundo caído não é uma comunidade perfeita, não é uma comunidade completa, mas uma comunidade que cresce e avança em direção à perfeição. Veja novamente 1Ts 3.12: “Que o Senhor faça crescere transbordaro amor que vocês têm”. Em outras palavras: se nosso amor fosse perfeito ou completo, não haveria mais espaço para crescer a ponto de transbordar. Mas Paulo ora pedindo crescimento e transbordo. Por quê?

A igreja, que é a comunidade da nova aliança com Deus pelo sangue de Jesus Cristo, é uma comunidade de peregrinos. Fomos salvos da condenação e transportados da morte para a vida, das trevas para a luz e do domínio das trevas para o reino do Filho de Deus, mas nesta nova relação com Deus nós ainda não estamos aperfeiçoados ou completos, estamos ainda a caminho para nos tornarmos o que deveríamos ser. Foi por isso que Paulo escreveu aos filipenses (3.12-14):

12Não estou dizendo que já obtive tudo isso, que já alcancei a perfeição. Mas prossigo a fim de conquistar essa perfeição para a qual Cristo Jesus me conquistou. 13Não, irmãos, não a alcancei, mas concentro todos os meus esforços nisto: esquecendo-me do passado e olhando para o que está adiante, 14prossigo para o final da corrida, a fim de receber o prêmio celestial para o qual Deus nos chama em Cristo Jesus.

TROCANDO EM MIÚDOS: O Pacto nos transforma numa igreja amorosa, pois o primeiro compromisso que assumimos é “auxiliadospelo Espírito Santo, andarsempre unidos no amor cristão”. Amor este que, sendo tanto dom de Deus como dever dos crentes, é a essência da santidade do nosso coração e é um processo em crescimento ao longo desta peregrinação até o céu.

Agora, como já ventilamos, o amor, como primeiro compromisso de nosso Pacto, é o alicerce para todos os demais compromissos. Tudo o que virá a seguir no Pacto é um desdobramento prático de nosso amor a Deus e ao próximo. Por isso que dedicamos tanto tempo, a maior parte do tempo desta mensagem no primeiro compromisso — ele é o fundamento; o amor é a base de tudo. A seguir, vejamos como a igreja amorosa se comporta em relação às suas responsabilidades enquanto igreja constituída.

2 A IGREJA OPERANTE

Comprometemo-nos a, auxiliados pelo Espírito Santo, […] trabalharpara que esta igreja cresça no conhecimento da Palavra, na santidade, no conforto mútuo e na espiritualidade; […]

A igreja operante é a que, auxiliada pelo Espírito Santo, buscando crescer e transbordar em amor, trabalhando para que o corpo todo cresça na Palavra, na santidade, no conforto mútuo e na espiritualidade.

O apóstolo Pedro nos exorta a crescer “na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2Pe 3.18), e isto é possível apenas pelo conhecimento da Palavra. Também nos é dito que devemos buscar a santidade, o conforto ou o cuidado mútuo e a espiritualidade (Hb 12.14-15) — não deixe de notar a conexão entre amor/cuidado mútuo e santidade:

14Esforcem-se para viver em paz com todos e procurem ter uma vida santa, sem a qual ninguém verá o Senhor. 15Cuidem uns dos outros para que nenhum de vocês deixe de experimentar a graça de Deus.

Esta é a igreja operante: ela, auxiliada pelo Espírito Santo, busca transbordar em amor, trabalhando para que haja crescimento na Palavra, na santidade, no conforto mútuo e na espiritualidade. Assim é que tudo o que essa igreja faz visa a glória de Deus através desse trabalho para o crescimento da igreja “no conhecimento da Palavra, na santidade, no conforto mútuo e na espiritualidade”. Daí a importância que damos ao púlpito, à Escola Bíblica, à escola de líderes DÓKIMOS, aos pequenos grupos, reuniões de oração e outras atividades que exaltam a palavra de Deus.

3 A IGREJA DISTINTA

Comprometemo-nos a, auxiliados pelo Espírito Santo, […] manteros seus cultos, suas doutrinas, suas ordenanças e sua disciplina; […]

Distinguimo-nos do mundo pela forma como

nos reunimos para buscar a presença de Deus nos cultos(1Co 14.24-25); não desprezamos o valor e a necessidade de congregar, pois não abandonamos a comunhão como alguns costumam fazer (Hb 10.23-25);

protegemos e proclamamos a sã doutrinado evangelho (1Co 15.1-4; Jd 3);

3 batizamosos novos discípulos mediante pública profissão de fé (Mt 28.19-20) e participamos mensalmente da ceia do SENHOR, conforme nos foi transmitido pelos apóstolos (1Co 11.23); e

4 praticamos também a disciplina bíblica(Mt 19; 1Co 5; 2Co 2.6; Gl 6.1; Ef 5.11; 1Ts 5.14; 2Ts 3.6-15; 1Tm 5.19-20; 2Tm 3.5), visando proteger o rebanho, restaurar o pecador, resguardar nossa santidade e distinguir-nos do mundo.

4 A IGREJA GENEROSA

Comprometemo-nos a, auxiliados pelo Espírito Santo, […] contribuir liberalmentepara o sustento do ministério, para as despesas da igreja, para o auxílio dos pobres e para a propaganda do evangelho em todas as nações.

A igreja generosa tem membros fieis em dízimos e ofertas.

Os dízimossão “para o sustento do ministério” da igreja como um todo.

As ofertassão “para as despesas da igreja [reformas, manutenção, ampliação, etc.], para o auxílio dos pobres e para a propaganda do evangelho em todas as nações”.

A IGREJA DO PACTO

Minha oração é que a Segunda Igreja Batista em Goiânia seja uma igreja conforme está em nosso Pacto — o documento que nos torna igreja: Auxiliados pelo Espírito Santo, sejamos uma igreja amorosa, operante, distinta e amorosa. Assim, movido de graça e compaixão, comprometa-se comigo a orar por nós da mesma forma que Paulo orou pelos tessalonicenses (1Ts 3.11-4.2):

SENHOR, faça-nos crescer e transbordar em amor uns pelos outros e por todos, da mesma forma que o amor de Cristo transborda por nós. 13E, como resultado, SENHOR, torne nosso coração forte, irrepreensível e santo diante de ti quando nosso Senhor Jesus voltar com todo o seu povo santo. Faça-nos crescer em amor, de uma maneira que sejamos operantes, distintos e amorosos. Em nome de Jesus, amém.

Quer fazer parte desta igreja, da igreja de Jesus?

Arrependa-se do pecado. Creia em Jesus como único e suficiente Salvador. Professe sua fé pelo batismo. E junte-se a nós.

Aos membros da igreja, digo: auxiliados pelo Espírito Santo, sejamos esta igreja do Pacto de Compromisso que temos desde o culto de nossa organização.

A seguir (Deus permitindo):

                        — O crente do Pacto (parágrafo 3)

                        — A comunhão produzida pelo Pacto (parágrafo 4)

                        — A cooperação entre igrejas promovida pelo Pacto (parágrafo 5)

S.D.G. L.B.Peixoto

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